Resiliência e interculturalidade para educação inclusiva e qualidade para todos

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A Conferência intitulada “Resiliência e Interculturalidade: para una educación inclusiva y de calidad para todos y todas” equaciona a pertinência de uma reflexão em torno de um delineamento efetivo de estratégias educacionais que promovam a tolerância e o respeito pela diversidade numa escola para todos. Efetivamente o Sistema Educativo atual defende o conceito de educação inclusiva, centrado numa pedagogia de inclusão e de elevada qualidade, que pretende responder às necessidades individuais de cada ser humano. E podemos interrogarmo-nos: Está a acontecer, efetivamente? Até que ponto não é urgente um conhecimento profissional docente que permita abordar a incerteza, a ambiguidade e a imprevisibilidade das situações educativas, tendo em vista uma educação de elevada qualidade, visando os novos desafios que se colocam atualmente na nossa sociedade que se pretende Inclusiva? Até que ponto não será importante equacionar a complexidade e os desafios com que a Educação Inclusiva se defronta que justifica que se procure incentivar competências pessoais e interpessoais, para além dos saberes instrumentais e tecnológicos, sobretudo quando se encontram envolvidos em tentar implementar uma sala de aula efetivamente inclusiva? É neste contexto que os atores do ato educativo assumem uma importância fundamental em termos do conceito de tarefas de desenvolvimento, rumo a uma educação que se pretende inclusiva, até porque as tarefas de desenvolvimento apresentam-se como organizadores subjacentes às noções que cada pessoa empreende, conferindo-lhes certas orientações e significados bem preciosos e diferenciados ao longo da vida, estruturando as próprias subjetivações, motivações, sentimentos e atitudes que configuram a pessoalidade de um sujeito na sua interação com os outros seres humanos significativos. Tudo isto é de uma extrema relevância pois praticar a inclusão é valorizar a diversidade e a liberdade, é coordenar esforços numa relação construtiva, dinâmica, participada e criativa, de forma refletida, consciente e responsável. Implica ultrapassar a questão das adaptações curriculares, implica a procura de outro modelo, de outro sistema educativo e de outro currículo que conheça, que compreenda e respeite a diversidade. E esta questão assume, ainda, uma maior relevância quando se é confrontado com a situação de que, de uma forma ou de outra, cada aluno representa, pelas suas características e envolvimento ecológico, uma particularidade que deve ser levada em conta e respeitada, pois cada ser humano tem o direito ao respeito pela sua diversidade, marca distintiva de cada pessoa.

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